terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Liberalismo: filosofia e ética

Diana, deusa da liberdade e natureza

Liberalismo: filosofia e ética - Parte I

por João Luiz Mauad
© 2006 MidiaSemMascara.org


Muitos pensam que o liberalismo está restrito à sua vertente econômica, de defesa do livre mercado, da não intervenção estatal, dos baixos impostos, etc. Ignoram por completo o fato de que ele engloba um conjunto de princípios e argumentos morais e filosóficos que vão muito além dos aspectos meramente econômicos. Evidentemente, este não é o espaço adequado para a exposição completa e minuciosa de um tema tão abrangente porém, mesmo correndo o risco de perder-me na cilada da superficialidade, segue uma breve introdução dos princípios éticos e filosóficos que regem a doutrina liberal.



1. O individualismo

O ponto de partida da teoria liberal é o individualismo, isto é, o entendimento de que o indivíduo é o centro e a justificativa da análise social e, por extensão, do ordenamento político. Esta premissa é clara, evidente e lógica: só o indivíduo goza de existência real e só ele é capaz de raciocinar, escolher e agir.

O ser humano não se concebe de outra forma que não seja a individual. Não existe algo assim como "o homem coletivo". Por isso, o princípio ético fundamental pelo qual se move um liberal é o da liberdade individual.

Mas, o que vem a ser liberdade? Tomando a famosa definição de Berlin, os liberais preferem a liberdade negativa, que consistiria na ausência de obstáculos externos que impeçam o indivíduo de levar a cabo as suas próprias decisões.

O liberalismo entende o funcionamento das sociedades como resultado exclusivo da "ação humana". Neste sentido, a visão da comunidade como um ente orgânico, provido de vida própria e com fins distintos e/ou superiores aos das pessoas que a integram é uma completa falácia. Com efeito, o "bem comum", o "interesse geral" e outros conceitos holísticos carecem de significado e identidade efetiva.

É importante salientar que a filosofia individualista, como bem descreveu Hayek, não parte do pressuposto de que o homem seja egoísta ou deva sê-lo, como muitas vezes se afirma. Parte apenas do fato incontestável de que os limites dos nossos poderes de imaginação nos impedem de incluir em nossa escala de valores mais que uma pequena parcela das necessidades da sociedade inteira; e como, em sentido estrito, tal escala só pode existir na mente de cada um, segue-se que só existem escalas parciais de valores, as quais são inevitavelmente distintas entre si e mesmo conflitantes. Daí concluem os individualistas que se deve permitir ao indivíduo, dentro de certos limites, seguir seus próprios valores e preferências, em vez dos de outrem.

Os limites mencionados acima por Hayek estão vinculados aos necessários requisitos para a vida em sociedade. Um homem vivendo em isolamento não precisa de regras objetivas ou morais. Ele não tem qualquer escrúpulo sobre fazer alguma coisa para o seu próprio benefício e, conseqüentemente, não precisa levar em consideração se a sua ação irá prejudicar ou injuriar os demais. Por outro lado, como membro de uma sociedade, o homem deve sempre considerar, em tudo que faça, não apenas a sua própria e imediata vantagem, mas também os prejuízos que possa causar aos outros indivíduos.

No entanto, como nos adverte von Mises, requerer do indivíduo que ele leve a sociedade em consideração, que ele deva renunciar a determinadas ações que, enquanto vantajosas para si, possam ser prejudiciais para a vida social, não é o mesmo que pretender que o indivíduo deva sacrificar-se pelo interesse dos outros. O sacrifício a que o indivíduo deve impor-se é somente provisional, ou seja, a renúncia de uma vantagem imediata e relativamente menor em troca de um benefício muito maior e fundamental, que é a existência da sociedade, como uma associação de pessoas, trabalhando em cooperação e dividindo um modo de vida comum, no interesse de cada indivíduo.

2. Bem-estar material

O liberalismo é uma doutrina inteiramente voltada para a conduta dos homens nesse mundo. Em última análise, a nada visa senão ao progresso do bem-estar material exterior do homem e não se refere às necessidades interiores, espirituais e metafísicas. Não promete felicidade e contentamento aos homens, mas, tão-somente, a maior satisfação possível de todos os desejos suscitados pelas coisas e pelo mundo exterior.

Freqüentemente, o liberalismo tem sido censurado por sua atitude puramente externa e materialista que privilegia o que é terreno e transitório. A vida do homem, como se diz, não consiste em comer e beber. Há necessidades superiores e mais importantes do que o alimento e a bebida, o abrigo e a roupa. Nem mesmo as maiores riquezas terrenas podem dar felicidade ao homem. Nesse sentido, o liberalismo é a mais completa e absoluta nulidade, pois ele nada tem a oferecer às aspirações mais profundas e mais nobres do homem.

Porém, os críticos que exploram este vazio mostram apenas que possuem um conceito muito imperfeito e materialista dessas necessidades superiores e mais nobres. As políticas sociais, com os meios de que dispõem, podem tornar os homens ricos ou pobres, mas nunca conseguirão torná-los felizes ou satisfazer seus anseios íntimos. Tudo o que as políticas econômicas e sociais podem fazer é remover as causas externas da dor e do sofrimento. Podem promover um sistema que alimente o faminto, vista o nu e abrigue o sem-teto. Felicidade e contentamento não dependem do alimento, da roupa e do abrigo mas, sobretudo, do sonho que se acalenta no íntimo de cada um.

Não é, portanto, pelo desdém aos bens espirituais que o liberalismo se concentra, exclusivamente, no bem-estar material do homem, mas pela convicção de que o que é mais alto e profundo no ser humano não pode ser tocado por qualquer tipo de regulação externa. O liberalismo busca produzir somente o bem-estar exterior, porque sabe que as riquezas interiores, espirituais, não podem atingir-nos de fora, mas somente de dentro, de nosso próprio coração.

3. Tolerância

O liberalismo está restrito, inteira e exclusivamente, à vida terrena. O reino da religião, por outro lado, não é deste mundo. Portanto, liberalismo e religião podem coexistir, lado a lado, sem que suas esferas de ação se toquem. O liberalismo, como visto acima, não pretende intrometer-se no domínio da fé religiosa ou das doutrinas metafísicas. Por isso, a tolerância liberal para com os inúmeros credos e religiões é irrestrita.

Entretanto, como bem escreveu Karl Popper, não podemos manter uma atitude tolerante com os intolerantes. Não se pode permitir que a cooperação pacífica entre os homens seja perturbada pelo fanatismo religioso. Se o liberalismo proclama a tolerância irrestrita em relação a cada fé religiosa ou a cada crença metafísica, isto não se dá em função da sua indiferença por estas questões superiores, mas sim por causa da convicção de que a garantia da paz dentro da sociedade deve ter precedência sobre tudo e todos. 

É difícil entender como esses princípios podem fazer inimigos entre comunidades de vários credos distintos. O liberalismo demanda tolerância como uma questão de princípio, não de oportunismo. Ele defende a tolerância mesmo a respeito de alguns ensinamentos obviamente sem sentido, absurdas formas de heterodoxia e ingênuas superstições. Ele defende a tolerância por doutrinas e opiniões que julga ruinosas e danosas para a sociedade, ou mesmo em relação a certos movimentos cujas doutrinas lhe são diametralmente opostas. O que nos impele a defender a tolerância não é o conteúdo da doutrina objeto desta tolerância, mas a certeza e o conhecimento de que somente a tolerância pode criar e preservar a condição de paz social sem a qual a humanidade cairia no barbarismo e penúria de séculos atrás.

4. Racionalismo

Somente será possível, para cada indivíduo, prosperar na busca de seus objetivos, numa sociedade propícia à sua consecução. Mas, por mais elevadas que sejam as esferas nas quais se inserem as questões políticas e sociais, ainda assim se referem a questões sujeitas ao controle humano e, conseqüentemente, devem ser julgadas e decididas segundo os cânones da razão humana. Nessas questões, não menos do que em outros assuntos mundanos, o misticismo não passa de um mal. Nossa capacidade de compreensão é muito limitada. 

Nunca poderemos descobrir os segredos últimos e mais profundos do universo. Mas o fato de não termos a capacidade de sondar o significado e o propósito da nossa existência não nos impede de tomar certas precauções no sentido de evitarmos doenças contagiosas ou de nos utilizarmos de meios apropriados para nossa alimentação e vestuário, nem mesmo deve impedir de nos organizarmos em sociedade, de tal modo que as metas terrenas, pelas quais lutamos, possam, efetivamente, ser atingidas.

Mesmo o Estado e o sistema legal, o governo e sua administração não são assim tão elevados, tão bons, tão grandiosos para que o coloquemos fora do alcance da deliberação racional. Problemas de políticas sociais são problemas de tecnologia social, e devemos buscar sua solução do mesmo modo e pelos mesmos meios à nossa disposição usados na solução de outros problemas técnicos, isto é, por meio da reflexão racional e pelo exame das condições dadas. O homem deve à razão tudo o que ele é e que o eleva acima dos outros animais. Por que, então, deveria o homem desprezar o uso da razão justamente na esfera social, e confiar nos sentimentos e impulsos vagos e obscuros?

5. Desigualdade de renda e riqueza

O maior erro dos que pregam a fantasia igualitária está no fato de pretenderem igualar o inigualável. Vítimas do apego a idéias retrógradas, não conseguem enxergar aquilo que o inglês David Hume já sabia desde meados do Século XVIII, quando escreveu: "Por mais iguais que se façam as posses, os diferentes graus de habilidade, atenção e diligência dos homens irão imediatamente romper essa igualdade. E caso se refreiem essas virtudes, a sociedade se rebaixará à mais extrema indigência e, em vez de impedir a miséria e a mendicância de uns poucos, torna-las-á inevitáveis para toda a comunidade".

Além dos atributos citados por Hume, a história nos ensina que a prosperidade é o resultado da ambição individual, da energia, da inteligência, da auto-disciplina, da responsabilidade, do talento, da habilidade e do conhecimento, dentre outros. Quanto mais os indivíduos detiverem essas qualidades, mais irão progredir e vice-versa. Lutar pelo fim das desigualdades é, por conseguinte, contraproducente e inútil.

Aqueles que advogam a igualdade de renda desprezam o ponto mais importante, o problema central, que é o fato de que o total disponível para distribuição, o produto anual do trabalho da sociedade, não é independente da maneira como ele é dividido. O fato de que a riqueza hoje seja tão grande, como de fato é, não é um fenômeno natural ou mesmo tecnológico, independente das condições sociais existentes, mas está inteiramente vinculado às instituições sociais. 

Somente quando há desigualdade de riqueza é possível uma ordem social; somente porque ela estimula cada um a produzir tanto quanto possa e ao menor custo, o ser humano hoje tem à sua disposição a riqueza total disponível para consumo. Se este incentivo for destruído, a produtividade seria tão seriamente reduzida que a porção individual, numa eventual distribuição equânime, seria bem menor do que aquela que recebem hoje em dia os mais pobres.

6. A ordem espontânea

A teoria liberal nasceu da descoberta de que as sociedades mais eficientes e prósperas são o resultado de ordenamentos complexos e espontâneos, criados pela ação humana, mas desvinculada de qualquer desígnio expresso dos homens. É através de um processo de ensaio e erro, entre o instinto, a razão e a tradição que os indivíduos desenvolvem um conjunto de hábitos de conduta, de regras gerais de comportamento e de instituições que lhes permitirão a convivência pacífica e a cooperação.

Só a cooperação voluntária, através do mercado, permite-nos processar e transmitir as informações e os conhecimentos dispersos entre milhões de pessoas. Isso jamais seria conseguido por qualquer "planejador", por mais inteligente e gabaritado que fosse. 

O funcionamento da sociedade depende, de acordo com Hayek, da ligação coordenada de milhões de fatos e ações individuais, cujo conjunto ninguém seria capaz de conhecer. O conhecimento humano abrange toda a multiplicidade da experiência do homem através dos tempos, algo demasiado complexo para uma articulação explícita que se pudesse apreender. Trata-se de uma "sabedoria sem reflexão, inculcada tão profundamente que se converte praticamente em reflexos inconscientes". Segundo o austríaco, este conhecimento sistêmico, manifestado de forma não articulada na cultura popular, teria mais probabilidade de acerto do que as arrogantes visões de uns poucos intelectuais.

Por isso, na concepção de Hayek a sociedade deve ser comparada a um organismo vivo, que não pode ser reconstruído sem conseqüências fatais, como, aliás, restou comprovado através das diversas experiências comunistas mal sucedidas do Século XX.

7. Liberdade e responsabilidade

A idéia fundamental do liberalismo, como vimos, é muito simples e deriva da ordem espontânea de que falamos. Baseia-se, em resumo, na observância e aplicação de regras universais de justa conduta, que resguardem uma esfera de autonomia dentro da qual o indivíduo utiliza seus conhecimentos e seus recursos para a consecução dos fins que deseje.

Como disseram Voltaire e Immanuel Kant, quase nos mesmos termos, "o homem é livre quando não tem de obedecer a ninguém, exceto às leis".

Como conseqüência lógica da valorização da liberdade, os liberais pregam a responsabilidade individual irrestrita, já que não pode haver liberdade sem responsabilidade. Os indivíduos devem ser responsáveis pelos seus atos, vale dizer, devem ter em conta as conseqüências das suas decisões e os direitos dos demais.

Os liberais lutam por uma sociedade regida por leis neutras, que não beneficiem pessoas, partidos ou grupo algum e que evitem, energicamente, os privilégios. Defendem, ainda, que a sociedade deve controlar de forma estreita as atividades dos governos e o funcionamento das instituições do Estado.

A essência desse modo de entender a política e a economia está em não determinar previamente para onde queremos que marche a sociedade, mas em construir as instituições adequadas e liberar as forças criativas dos grupos e dos indivíduos para que estes decidam, espontaneamente, o curso da história. Os liberais não têm qualquer plano ou desenho para o destino das sociedades. Ademais, lhes parece muito perigoso que outros tenham tais planos e arroguem-se o direito de decidir o caminho que todos devemos seguir, como é próprio das ideologias marxistas.

Nesse sentido, talvez quem melhor tenha traduzido o ideal liberal, em contraposição às inúmeras ideologias coletivistas que proliferam no mundo desde Platão, foi David A. Keene, quando disse:

"O mundo sempre esteve dividido em dois grupos básicos. O primeiro é composto daqueles que acreditam saber como todos os outros deveriam conduzir suas vidas, ordenar seus negócios e educar suas crianças, e vê o governo como uma forma de impor seus pontos de vista aos menos esclarecidos.

O outro grupo é composto daqueles que desejam apenas cuidar de suas próprias vidas, ganhar dinheiro honestamente e criar seus filhos da maneira que acreditam mais adequada. Essas pessoas encaram com ceticismo aqueles que dizem que elas deveriam viver de forma diferente 'para seu próprio bem' e desconfiam de um governo dirigido por esse tipo de gente".





quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O projeto Isis ou um extraterrestre por baixo das pirâmides


O projeto Isis ou um extraterrestre por baixo das pirâmides


Será possível que, por baixo de uma das três mais antigas pirâmides do Egito em Gizé, haja provas que certificam que os extraterrestres estiveram na base da florescente civilização egípcia que, do dia para a noite, efetuou os mais formidáveis desenvolvimentos humanos e tecnológicos de todos os tempos? (o que nunca aconteceu em qualquer outra civilização…)
Testemunhos e provas recentes parecem confirmá-lo!


Tudo começou com um anúncio surpreendente feito por uma pessoa da qual não há dúvidas de que não é um fantasista: o chefe do departamento de arqueologia da universidade do Cairo, o Dr. Ala Shaheen.

Este declarou, em novembro de 2010, perante uma assistência de cientistas estupefactos, que era possível que os Egípcios de época faraônica tivessem se beneficiado da ajuda de extraterrestres para construírem as pirâmides. E esta não seria a única surpresa!


A Câmara dos Conhecimentos: de origem extraterrestre?

Os extraterrestres teriam assim ajudado os Egípcios a desenvolverem uma das civilizações mais brilhantes que a Terra alguma vez conheceu! O Dr. Ala Shaheen declarou que a prova se encontrava nas entranhas de uma das pirâmides de Gizé (Quéops, Quéfren e Miquerinos), na famosa Câmara dos Conhecimentos!

A civilização egípcia ainda constitui um mistério para vários arqueólogos e cientistas. Na verdade, ainda se perguntam como é que uma civilização de camponeses se transformou, num tempo recorde, numa civilização tecnológica e científica avançada... o que nunca aconteceu n'outro local do mundo!

Geralmente, uma civilização precisa de séculos para evoluir e fazer progressos. Das civilizações grega, romena, chinesa, babilônica ou indiana às sociedades europeias... todas precisaram de centenas de anos para atingirem a maturidade.


Camponeses que se tornaram matemáticos! 

Não foi o caso da civilização egípcia, que passou, há cerca de 4500 anos, de um povo de camponeses das margens do Nilo a um povo de letrados, arquitetos, astrônomos, matemáticos, entre outros!

Este progresso tecnológico fulgurante ainda não tem explicação. É um pouco como se, na Europa, os homens da pré-História tivessem passado do machado à bomba atômica de repente!
Neste contexto, uma hipótese extraterrestre faz todo o sentido, dado que não conseguimos explicar humanamente este salto evolutivo em tão pouco tempo e que nunca aconteceu na História da Humanidade!


O momento em que o KGB entra em cena!

Evidentemente que se uma autoridade científica como o Dr. Ala Shaheen se permitia declarar tal coisa, é porque devia ter provas tangíveis daquilo que estava a dizer!
Na verdade, num mundo científico tão rígido como é a comunidade dos cientistas, afirmações deste teor podem facilmente arruinar uma carreira e a vida daquele que as pronunciar!

Ora, esta eminente autoridade em egiptologia, persistia e reafirmava as suas afirmações. Repetiu-as mais tarde, mas recusou apresentar publicamente as suas provas. Curiosamente, a comunidade científica internacional não destruiu a sua reputação, como é costume fazer com os cientistas que arriscam comentar este tipo de coisas!


Encontrado o acesso à Câmara dos Conhecimentos!

O KGB é o nome dos antigos serviços secretos soviéticos do tempo da URSS. Além das suas atividades de espionagem pura, o KGB possuía uma seção de estudos dos fenômenos paranormais e insólitos. Estes membros são particularmente célebres por terem realizado pesquisas sobre os fenômenos de telepatia (leitura dos pensamentos), telecinesia (deslocação dos objetos pelo pensamento) e da influência da mente na matéria, como a torção dos objetos à distância!  

Entre os projetos lançados pelos serviços do KGB, figurava o projeto ISIS, que consistia em estudar as razões dos formidáveis progressos tecnológicos dos antigos egípcios!

Nos anos 60, ao efetuarem pesquisas nas pirâmides do planalto de Gizé, junto ao Cairo, a capital do Egito, teriam assim recuperado documentos que provavam a presença de extraterrestres no tempo dos faraós. Estas provas escritas estavam reunidas na famosa Câmara dos Conhecimentos. Pensa-se que é aqui que se encontram os documentos que permitiram aos Egípcios fazer surgir das areias a sua sublime civilização em tempo recorde! Aqui estariam guardados, nomeadamente, os conceitos arquiteturais que permitiram erigir as pirâmides!


Uma arquitetura nunca igualada!

As pirâmides fazem parte das maravilhas do patrimônio histórico e arquitetural da Humanidade. Apesar das inúmeras buscas de que foram objeto, e que continuam, ainda não revelaram todos os seus mistérios. Sem dúvida que encerram ainda muitos segredos nos seus espaços subterrâneos. O emaranhado de salas e falsas divisões construído pelos arquitetos dos Faraós de certeza que não foi elaborado por prazer ou porque tinham simplesmente vontade de se divertir!

Sem dúvida que estes autênticos labirintos concebidos pelos construtores da época serviam para impedir o acesso de intrusos a certas partes das pirâmides! Não só a visitantes ou a ladrões, mas também para evitar que alguns conhecimentos caíssem nas mãos de pessoas que pudessem utilizá-los para praticar o mal!


A ponta visível do icebergue!

Na verdade, para vários egiptólogos, as pirâmides de Gizé e a Esfinge que se encontra junto delas seriam apenas as partes visíveis de um gigantesco complexo subterrâneo que sem dúvida reúne informações e objetos surpreendentes. Um pouco como a estrutura de um icebergue, cuja ponta visível representa apenas uma ínfima parte da sua massa total!

Prova desta complexidade arqueológica, e apesar dos séculos de investigações (que começaram no século XIX), os arqueólogos continuam a encontrar peças, salas e objetos ainda desconhecidos até agora! No entanto, o Egito é sem dúvida o país onde se realizou, e ainda se realiza, o maior número de pesquisas arqueológicas e de expedições em todo o mundo!


O corredor entre a Esfinge e a Grande Pirâmide

Vários historiadores da Antiguidade falaram de uma entrada entre as patas da Esfinge, agora fechada, e que provavelmente dava acesso à Quéops, também chamada a Grande Pirâmide. A porta de bronze que barrava o seu acesso só podia ser aberta por grandes padres, os únicos capazes de acionarem o seu mecanismo. 
Sem dúvida que este acesso levava à Câmara dos Conhecimentos, local místico e mítico da civilização egípcia que encerra todos os segredos!


Um corpo de extraterrestre por baixo da pirâmide!

Para finalizar o assunto sobre a Câmara dos Conhecimentos, o mais surpreendente resultado das investigações russas teria sido a descoberta do corpo de um extraterrestre extremamente bem conservado! 

Outro indício perturbador: em 2002, as autoridades egípcias mandaram erigir cercas de betão em certos locais do planalto de Gizé, protegidas por guardas armados. No entanto, estas zonas estão muito afastadas dos locais habitualmente visitados pelos turistas!

Fiquem com as reportagens da Discovery para entender mais a respeito:






quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Aprenda e pratique a escrita automática


Aprenda e pratique a escrita automática.


A prática da escrita automática consiste em entrar num estado de transe para escrever o que lhe dizem entidades ou espíritos, de modo a transmitir essas informações aos humanos ou a contatar pessoas para lhes fornecer informações sobre o além. Esta prática pode também ajudar a viver melhor uma vida terrestre, adquirindo conhecimentos junto de mestres espirituais que já se encontram no outro mundo.
Não há nada de bruxedo nem de maléfico nesta prática que está ao seu alcance se adotar o estado de espírito e o método certos. Esta prática é muito antiga e cobre, sob um mesmo nome, um certo número de técnicas e de objetivos.


Esta ciência esotérica é principalmente utilizada na área do espiritismo, na qual serve de intermediária entre o mundo dos espíritos e o dos humanos. A escrita automática, ainda que seja uma prática muito antiga, foi mencionada pela primeira vez com este nome por Hippolyte Taine (1828 - 1893), filósofo e escritor francês, em 1878. Na época, este não refere de todo o espiritismo ou o contato com espíritos, mas uma comunicação entre duas pessoas, ou melhor, dois cérebros que se comunicam pela escrita.


Uma comunicação entre dois cérebros

Para Hippolyte Taine, esta comunicação é feita num só sentido. Uma pessoa dita a outra o seu pensamento, por palavras, a cantar ou através da escrita, sem que a segunda tenha consciência disso ou saiba o que lhe está a ser transmitido. Isto pode ser feito entre dois indivíduos na presença um do outro ou a quilômetros de distância por um fenômeno semelhante à telepatia.

No caso que nos interessa, a escrita automática, uma pessoa começa a escrever, voluntariamente ou não, numa espécie de transe sem saber exatamente o que escreve. Por vezes, pode tratar-se de informações ou de ensinamentos de que nunca ouviu falar ou em línguas que nunca aprendeu!

No caso da escritura semiautomática, a pessoa que escreve tem consciência do que escreve no momento em que o faz, mesmo que por vezes nem sequer compreenda as palavras que reproduz!


A escrita automática na literatura

Esta técnica foi muito utilizada pelos escritores do movimento surrealista, de modo a escaparem aos preconceitos e aos códigos habituais da escrita, e escreverem de forma realmente livre.

Neste caso, a técnica consiste em colocar-se à frente de uma folha de papel e a escrever tudo aquilo que lhe passa pela cabeça, sem se preocupar com a gramática ou a lógica, escrevendo o mais depressa possível, sem respeitar regras e escapando ao controle da razão.

Para conseguir realizar esta forma de escrita automática literária, é necessária uma forma de libertação próxima daquela utilizada na área do espiritismo, de forma a poder desligar-se das coisas deste mundo e ultrapassar os limites impostos pela sociedade e pela nossa própria consciência.

Aliás, esta prática de escrita automática literária foi retomada por correntes psicanalíticas, psicológicas e terapêuticas para ajudar as pessoas a exprimirem o conteúdo do seu inconsciente.


A escrita automática na psicologia

A escrita automática é um processo muito utilizado no domínio das ciência da mente. Este procedimento foi evocado pela primeira vez por Pierre Janet (1859-1947), psicólogo e médico francês, na sua obra «O Automatismo Psicológico». 
Aqui, ele descreve esta técnica como uma forma de explorar o inconsciente, ultrapassando a barreira dos atos executados de forma consciente, de modo a ter acesso às razões subconscientes dos nossos pensamentos, palavras e atos. Estes explicam uma parte do nosso comportamento.

Graças à escrita automática, Pierre Janet conseguiu demonstrar a existência de mecanismos inconscientes dos quais frequentemente não temos consciência, mas que regem muitos dos nossos comportamentos! Pierre Janet forneceu a prova da existência de perceções e de sensações sentidas pelo indivíduo ao nível do seu subconsciente, mas que não são percebidas pelo seu cérebro consciente!


A utilização da escrita automática no espiritismo

É a forma de escrita automática mais conhecida e que deu ao espiritismo uma parte da sua glória, em parte pelo seu aspeto espetacular de contato com seres espirituais vivos ou mortos, ou com espíritos de familiares defuntos, capazes de comunicarem com os vivos e de lhes transmitirem conhecimentos.

O escritor automático entra noutra dimensão, ainda que o seu corpo físico esteja sempre presente. Os praticantes do paranormal encaram a escrita automática como sendo uma dissociação física que permite aceder a outras dimensões materiais ou espirituais inacessíveis no estado de consciência normal habitual.

O ser sensível que serve de intermediário entre o nosso mundo e as outras dimensões é uma ponte que a escrita utiliza para transmitir ensinamentos entre dois planos de consciência. Se geralmente o receptor é humano, os emissores podem ter várias origens. 


Comunicações de origens diferentes

No espiritismo, o emissor mais comum é um espírito incorpóreo que utiliza a escrita automática para transmitir informações sobre a sua vida no além ou ensinamentos espirituais.

O exemplo mais comum é o de um ente querido falecido que tenta tranquilizar-nos sobre a sua nova condição, comunicar-nos informações que não teve tempo de nos dar enquanto estava vivo ou que simplesmente quer dizer que nos ama. 

A maior parte das vezes, os escritos automáticos servem para garantir que existe uma vida depois da morte e para ajudar os vivos a fazer o luto da pessoa defunta, mas também para viver melhor na Terra, aqui e agora. Frequentemente, as mensagens têm um teor filosófico e contêm ensinamentos muito importantes. Podem ser provenientes de mestres espirituais que já faleceram, de santos ou de sábios!


A prática da escrita automática

Contrariamente ao desenvolvimento das capacidades extrassensoriais, a escrita automática não exige muitos anos de prática. 

Eis como proceder
De preferência à noite, momento em que as vibrações circulam melhor e em que reina a calma, sente-se à mesa numa posição confortável em frente a uma folha de papel, com uma caneta na mão.

Pode escolher colocar uma questão e dirigir-se a uma pessoa em particular (um familiar que faleceu ou um mestre espiritual) ou não colocar qualquer questão! Aconselho esta última solução agora no início para não impor um limite demasiado rigoroso à sua prática e para facilitar a comunicação com os planos e os espíritos superiores.

Feche os olhos (ou deixe-os abertos) e coloque delicadamente a caneta em cima da folha à sua frente. Ao fim de algum tempo, em função da sua motivação, a sua caneta começará a mexer-se sozinha em cima da folha. Sobretudo, não a retenha. Deixe-a mover-se livremente.

No início, é possível que só escreva um ou alguns caracteres. Com um pouco de treino, o número de linhas e de páginas aumentará. Algumas pessoas escreveram livros inteiros por intermédio da escrita automática! A escrita automática pode ser uma formidável via de desenvolvimento pessoal e de expressão das suas capacidades.



Desenvolva a sua mente: Reconheça os seus limites


Desenvolva a sua mente: Reconheça os seus limites


«Não pode resolver os problemas com a mentalidade que os criou!» 
Albert Einstein


Uma das razões que explicam o fracasso de muitas pessoas é o fato de não saberem reconhecer os seus limites nem conseguirem organizar-se para os aproveitar ao máximo. Todos temos limites. Não vale a pena ficarmos tristes por isso. Pelo contrário, mais vale tentar conhecê-los para avançar mais facilmente na vida. Ao fazê-lo, evitará a desorganização, o excesso de atividade e o desencorajamento. Quando falo de limites, estes compreendem as limitações psicológicas, psíquicas e materiais.
Independentemente de quem você é e da posição importante ou anônima que ocupa na sociedade, é uma pessoa humana com os seus próprios limites. É imperativo que tenha isto em conta se deseja progredir e levar a vida dos seus sonhos. É assim para toda a gente e você não escapa à regra.


Descubra os seus limites

Enquanto ser humano, você tem um tempo limite para todas as suas atividades dentro das vinte e quatro horas de um dia. Não pode eliminar esta limitação. Assim, utilize-a a seu favor.

Da mesma forma, seja qual for a sua idade, possui uma determinada forma física, uma certa energia, capacidades intelectuais que são as suas e todo um conjunto de caraterísticas que fazem de si um ser único. Não há outra pessoa no mundo como você, com o mesmo temperamento e o mesmo perfil psicológico! 

Todos estes dados fazem de si uma pessoa excepcional, a única capaz de saber o que é bom para ela em função das suas capacidades, objetivos e gostos. Porém, para isso, é preciso evitar o orgulho e a falta de autoconfiança. 


Você encontra-se num dos campos ou até nos dois! 

Independentemente de quem você é, navega entre dois polos que são o orgulho e a falta de autoconfiança. Por vezes, inclina-se mais  para um, outras, para o outro. Cuidado! São os seus principais inimigos. O orgulho faz com que se superestime; a falta de autoconfiança faz com que se subestime.

No primeiro caso (orgulho/superestimação), pensa que é capaz de fazer mais coisas do que o que pode na realidade. No segundo caso (falta de autoconfiança/subestimação), não pensa que é capaz de fazer certas coisas ou/e não sabe exatamente daquilo que é capaz.

Seja qual for o seu caso, não tem a capacidade de ter uma boa imagem de si e das suas verdadeiras possibilidades. É muito difícil, se permanecer unicamente num processo de avaliação das suas possibilidades, saber de quê que é capaz.

Se sofre de orgulho, é impossível para si admitir que não pode fazer certas coisas.

Se tem falta de autoconfiança, não ousa ou não sabe exatamente aquilo que pode fazer.


Baseie-se em dados objetivos

Assim, aproveite este início de ano para começar com o pé direito e fixar ambições razoáveis, baseando-se em dados concretos. Isto quer dizer limitar o número de objetivos a atingir em 2012. Para isso, deve escolher um único objetivo em cada uma das principais categorias da vida e realizá-lo durante o ano.

Estas categorias são: a saúde, a riqueza, as relações humanas e o desenvolvimento das suas capacidades. Apenas um objetivo por setor.

As pessoas que fracassam na obtenção dos seus objetivos são frequentemente pessoas que, além do fato de não saberem organizar a sua agenda, se dispersam ao fazerem demasiadas coisas. Regra geral, têm ideias muito ambiciosas que nunca conseguirão realizar, porque são demasiado difíceis para elas. Estas pessoas têm, como se costuma dizer, mais olhos do que barriga! Deste modo, comece modesta e humildemente a perseguir objetivos realistas e realizáveis num ano.

Ter um número demasiado grande de objetivos não é uma coisa boa, a menos que os hierarquize, claro. Caso contrário, terá de escolher o objetivo que prefere em função da sua viabilidade.


Demasiadas ideias em muito pouco tempo

Nunca se esqueça de que, seja qual for o número de ideias que tiver, quer tenha um ou mil desejos, os dias duram sempre 24 horas, os meses 30 ou 31 dias e os anos 365 dias! É imperativo que tenha isto em conta.

Ter demasiadas vontades, desejos e ideias acabará sempre por fazer com que não tenha mãos a medir, contribuindo para o seu desencorajamento. Caso se disperse demasiado, não irá avançar verdadeiramente em nenhuma direção. 
Acabará até por baixar os braços, não fazer mais nada e resignar-se à sua vida atual, com as suas insatisfações e frustrações.

Três dicas que vão ajudar a maximizar o seu desempenho.

1- Seja realista no momento de escolher os seus objetivos e a sua respectiva programação 
No seguimento daquilo que acabei de dizer, seja razoável e humilde no momento de selecionar os seus objetivos e os prazos que estipulará para os realizar.

Por exemplo, se deseja perder peso, não sonhe e seja realista no seu objetivo. Nunca perderá cinco quilos em cinco dias. Ou, se conseguir perdê-los, voltará a engordar depois de ter terminado a sua dieta. Muitas vezes ficando a pesar mais do que antes!

Tenha em conta o seu metabolismo e dados realistas relativamente à perda de peso, informando-se na Internet ou consultando o seu médico. Não temos todos o mesmo metabolismo e não podemos todos emagrecer à mesma velocidade. Pense nisto no momento de estabelecer objetivos e prazos para a sua perda de peso quando fizer o seu calendário de emagrecimento.

2- Seja flexível
Na vida, é frequente as coisas não correrem como queremos, aliás, isso só acontece muito raramente. Da mesma forma, em função dos seus progressos concretos, talvez tenha de alterar o seu plano de ataque passado um determinado tempo.

Só o saberá com a experiência. Assim, seja flexível e adapte-se às circunstâncias. É possível que tenha de reduzir ou aumentar os seus objetivos. Não force se não conseguir atingir um objetivo no tempo que estipulou para isso no início. Conceda-se então um prazo suplementar, mas sempre por uma razão válida: uma doença, um problema grave, um contratempo...

Esta complacência para consigo não deve ser uma desculpa para a preguiça, a negligência ou um abandono provisório dos seus objetivos. É realmente necessário que, no prazo programado, tenha feito tudo o que era preciso e realizado todos os esforços possíveis para atingir o seu objetivo. Um atraso só poderá ser justificado por circunstâncias alheias à sua vontade e por razões válidas.

3- Não hesite em pedir ajuda
Se não conseguiu atingir os seus objetivos até agora, é porque não utilizou os métodos certos. Não deve ter vergonha disso. Não peque por orgulho.
Se não está a conseguir cumprir os prazos, consulte especialistas capazes de lhe prestarem ajuda na sua iniciativa. Pessoas competentes que passaram pela mesma situação serão uma fonte incomparável de sabedoria, contribuindo para que avance mais depressa.

Para ajudar a pensar recomendo o filme "Sem Limites".